ESCOLA
SEM VIOLÊNCIA = VITÓRIA DA COMUNIDADE

JUSTIFICATIVA
A violência é um problema que
vem preocupando toda a sociedade e em especial
os pais e os professores. Esta preocupação
justifica-se pelo fato de que cada vez mais crianças
e jovens são vítimas ou agentes
dessa violência.
A sociedade se encontra diante de um grande dilema:
a insolência da moçada.
Algumas perguntas necessitam de uma reflexão
mais profunda para que sejam respondidas: qual
deveria ser a função do adulto no
processo formativo do jovem? existe de fato o
fracasso no processo educativo? é válida
a afirmação: no meu tempo
o jovem não era assim? palmadas resolvem?
castigos ajudam? as crianças e os jovens
estão mesmo indisciplinados? o que é
disciplina nos dias de hoje? os tempos mudaram
mesmo ou somos iguais aos nossos pais? a exclusão
social estaria entre as causas da indisciplina
nas escolas?
É real e visível o confronto crescente
entre adultos e jovens, professores e alunos,
pais e filhos.
Nas escolas os professores arrancam os cabelos.
Os pais dizem que não sabem mais o que
fazer.
Alguns educadores dizem que é preciso um
diálogo constante e menor repressão
por parte dos adultos. Outros afirmam que são
necessárias regras rígidas e a imposição
severa de limites. Também são apontadas
as mais diversas soluções: religião,
esporte, atividades culturais, amor, compreensão,
castigos, repetência etc.
Estamos diante de algo que não é
novo nem estranho: os jovens tentando escapar
de todas as regras em busca de sua liberdade e
independência.
Mas... não é tão simples
assim. Hoje existe um consenso de que o mundo
mudou e que são muitos os perigos que a
juventude enfrenta. Os pais ficam temerosos. Até
a liberdade, que foi conquistada com muita luta
pelas gerações passadas, passa a
ser questionada.
Pais e professores acham que estão em um
beco sem saída. Não
sabem se deveriam ser mais liberais ou mais severos.
Sentem-se inseguros e gostariam de ter uma receita
pronta sobre como lidar com essa situação,
sem tantos conflitos.
Porém, a educação de nossas
crianças e jovens é uma responsabilidade
que deve ser compartilhada: ESCOLA/FAMÍLIA/COMUNIDADE.
É necessária uma ação
urgente, onde a discussão do tema: INDISCIPLINA
NA ESCOLA E SUA RELAÇÃO COM A VIOLÊNCIA,
possa envolver pais, educadores, SABs, entidades
religiosas, empresários, clubes de serviço,
associações classistas, imprensa
e a comunidade em geral.
OBJETIVO GERAL
Desenvolver um amplo debate com a sociedade no
sentido de buscar maneiras de diminuir a indisciplina
nas escolas, desenvolvendo um trabalho para fortalecer
a solidariedade, a compreensão entre alunos
e professores, entre pais e filhos, adultos e
crianças e alcançar assim, o mais
apreciável tipo de sucesso: a dignidade
do indivíduo, através da educação.
OBJETIVO ESPECÍFICOS
Criar grupos de estudos junto à
comunidade para discussão do tema: INDISCIPLINA
NA ESCOLA E SUA RELAÇÃO COM A VIOLÊNCIA.
Organizar grupos de professores,
jovens, pais, padres, educadores, psicólogos,
psiquiatras, dirigentes religiosos, representantes
da Secretaria de Segurança Pública,
Conselho Tutelar, dirigentes de instituições
para crianças e jovens e a comunidade em
geral, para discutir o tema: INDISCIPLINA
NA ESCOLA E SUA RELAÇÃO COM A VIOLÊNCIA.
Criar com grupos especializados,
brincadeiras de aproximação entre
adultos, crianças e jovens.
Estimular a convivência pacífica
entre pais e filhos, alunos e professores.
Envolver as diversas instituições
civis, no compromisso com a educação
das crianças e jovens.
Estimular atitudes de respeito para
com o meio ambiente, contrárias à
violência.
Criar espaços para a discussão
e reflexão sobre a nossa cultura e realidade
social.
Viabilizar pesquisas que possam
quantificar o número de pessoas envolvidas
no projeto e avaliar as mudanças verificadas.
META
O projeto visa o envolvimento de todas as
escolas públicas estaduais e municipais
de São José dos Campos nos eventos
do Fórum Permanente de Discussão
Sobre Indisciplina Na Escola e Sua Relação
com a Violência e o acompanhamento
direto através da equipe pedagógica
da APROESP de 10 escolas públicas ao ano,
sendo 04 municipais e 06 estaduais, a serem escolhidas,
de acordo com suas necessidades e interesse,
no início do ano letivo.
METODOLOGIA
A metodologia se sustenta na relação
teoria-prática, tendo sempre como foco
a sala de aula. Utilizam-se estudos teóricos,
assim como relatos de experiência, decorrentes
das vivências e reflexões, que igualmente
se constituem em material didático.
A equipe pedagógica da APROESP vem estudando
minuciosamente o tema, através de pesquisas,
estudos, análise de documentos, discussão
em grupo, participação em oficinas
e acompanhamento de toda a bibliografia sobre
o tema.
Através desse estudo, a equipe pedagógica
oferece às escolas envolvidas subsídios
para discussão e aprofundamento do tema.
A equipe pedagógica reúne-se quinzenalmente
para produzir documentos e criar atividades pedagógicas
que possibilitem a aproximação e
envolvimento de toda a equipe pedagógica
das Escolas envolvidas.
São criadas atividades lúdicas para
envolver a comunidade no cotidiano da escola,
onde pais, alunos e professores realizam juntos
atividades voltadas para a cultura da paz, através
do desenvolvimento de temas sobre o amor, a cooperação,
a afetividade, a solidariedade e o respeito mútuo.
Mensalmente são realizadas reuniões
nas escolas envolvidas com a presença da
comunidade. As atividades desenvolvidas nessa
reunião podem ser realizadas em associações
ou igrejas do bairro.
Quatro grandes eventos, com a presença
de um palestrante convidado, envolve toda a comunidade
joseense em um espaço que pode receber
500 pessoas. O tema abordado, relacionado com
a questão da indisciplina na escola e sua
relação com a violência é
discutido pelos grupos nas escolas e levado para
uma plenária nas reuniões mensais.
Durante todo o ano são aplicados questionários
com a finalidade de mensurar as mudanças
ocorridas durante o desenvolvimento do projeto.
Para estimular atividades criativas é realizado
um concurso que envolve toda a comunidade na qual
a Escola está inserida. Neste concurso
são oferecidos prêmios para as Escolas
vencedoras.
ESTRATÉGIAS
Reunir os professores, que estejam
trabalhando em sala de aula, indicados pela equipe
pedagógica da escola, para que estes possam
relatar como lidam com os possíveis confrontos
com os alunos e apresentar alternativas de solução.
Reunir pais de alunos para ouvir
a fala dos pais e fazer uma análise
do pensamento dos mesmos em relação
a escola.
Reunir alunos indicados por seus
pares, para ouvir a fala dos alunos
e fazer uma análise do pensamento dos mesmos
em relação a escola e aos professores.
Reunir pais, alunos e professores
para discutir em conjunto o tema INDISCIPLINA
NA ESCOLA E SUA RELAÇÃO COM A VIOLÊNCIA.
Reunir a equipe pedagógica
da Escola e a comunidade do bairro em que ela
está inserida, para que a equipe que dirige
o projeto possa apresentar estudos atuais que
vêm sendo realizados por Psicólogos
da Educação, Psiquiatras, Educadores,
enfim, por todos os estudiosos do assunto.
Realizar atividades pedagógicas,
discutindo temas como ética e moral, no
sentido filosófico.
Realizar atividades pedagógicas,
estimulando atitudes de respeito, solidariedade,
convivência mútua, tolerância,
tornando a escola um espaço da comunidade,
onde se desenvolvem relações saudáveis.
Promover a realização
de trabalhos conjuntos, produzidos por pais, alunos,
professores e comunidade.
POPULAÇÃO ALVO
Professores das redes de ensino municipal e estadual,
alunos, funcionários e pais, envolvendo
a comunidade em geral.
ABRANGÊNCIA
Escolas públicas estaduais e municipais
de São José dos Campos.
AVALIAÇÃO
Todas as fases do projeto serão avaliadas
pela equipe pedagógica da APROESP e demais
profissionais envolvidos no programa.
Durante todo o ano serão colhidos dados
que permitam constatar se os objetivos estão
sendo atingidos e elaborados gráficos que
possibilitem a verificação de mudanças
positivas no relacionamento professor/aluno, refletidas
em gestos de solidariedade, cooperação,
afetividade e respeito mútuo. Serão
levados em conta para a avaliação,
depoimentos dos pais, alunos e professores, pareceres
de profissionais da área, pesquisa sobre
comportamento realizadas com pais, alunos e professores.
Os desvios verificados durante o desenvolvimento
do projeto, poderão indicar a utilização
de uma nova metodologia.
AUCÉLIA BARBOSA ROSA
COORDENADORA DE PROJETOS E CURSOS DA APROESP
ELIAS RAHAL NETO
PRESIDENTE DA APROESP E COORDENADOR DO FÓRUM
PERMANENTE
DE DISCUSSÃO SOBRE INDISCIPLINA NA ESCOLA
E SUA RELAÇÃO COM A VIOLÊNCIA
CRONOGRAMA
Janeiro e Fevereiro
Estabelecimento de parcerias para
viabilizar o projeto.
Estabelecimento de metas para o
novo ano.
Março
Definição das escolas
que terão acompanhamento direto da equipe
pedagógica da APROESP.
Realização do Fórum
Permanente de Discussão sobre Indisciplina
e sua Relação com Violência.
Abril
Reunião com professores,
pais, alunos, funcionários e membros da
comunidade das escolas envolvidas.
Reunião num espaço
indicado pela comunidade, envolvendo representantes
de pais, alunos, professores e funcionários
de todas as escolas envolvidas para troca de experiências.
Maio
Atividades pedagógicas com
os professores escolhidos pelas escolas envolvidas
que serão os multiplicadores.
Reunião com toda a equipe
pedagógica da Escola e representantes de
alunos escolhidos por seus pares.
Reunião com professores,
pais, alunos, funcionários e membros da
comunidade.
Junho
Continuidade do Fórum
Permanente de Discussão sobre Indisciplina
na Escola e sua Relação com a Violência,
com realização de palestra e debate
com toda a comunidade joseense, envolvendo um
profissional cuja ação em trabalho
com crianças e jovens tenha sido reconhecida
nacionalmente.
Local proposto: Teatro Municipal de São
José dos Campos.
Agosto
Atividades pedagógicas com
os professores escolhidos pelas equipes pedagógicas
das escolas envolvidas que irão desenvolver
atividades pedagógicas a serem reproduzidas
em suas escolas.
Reunião com toda a equipe
da Escola.
Reunião num espaço
indicado pela Diretoria de Ensino, com representantes
de pais, alunos, professores e funcionários
de todas as escolas envolvidas para troca de experiências.
Setembro
Continuidade do FÓRUM PERMANENTE
DE DISCUSSÃO SOBRE INDISCIPLINA NA ESCOLA
E SUA RELAÇÃO COM A VIOLÊNCIA,
com a realização de palestra e debate,
com toda a comunidade joseense, envolvendo um
profissional cuja ação em trabalhos
com crianças e jovens tenha sido reconhecida
nacionalmente.
Local proposto: Teatro Municipal de São
José dos Campos
Outubro
Reunião com pais, professores,
alunos e membros da comunidade para avaliar o
trabalho desenvolvido durante o ano.
Reunião de representantes
de pais, alunos, professores, representantes da
comunidade onde a Escola está inserida,
Equipe Pedagógica da APROESP e todos os
demais envolvidos, para a avaliação
dos trabalhos.
Promoção de uma exposição
dos trabalhos desenvolvidos pelo conjunto: pais,
professores, alunos, funcionários e membros
da comunidade.
Realização de concurso
entre as escolas envolvidas, com atividades artísticas.
Novembro
Continuidade do FÓRUM PERMANENTE
DE DISCUSSÃO SOBRE INDISCIPLINA NA ESCOLA
E SUA RELAÇÃO COM A VIOLÊNCIA,
com a realização de palestra e debate,
com toda a comunidade joseense, envolvendo um
profissional cuja ação em trabalhos
com crianças e jovens tenha sido reconhecida
nacionalmente.
Local proposto: Teatro Municipal de São
José dos Campos
PLANO DE TRABALHO 2001
Reunião com os diversos segmentos da sociedade
civil
Equipe que dirige o projeto + sociedade civil
A - Apresentação do projeto.
B - Elaboração de um documento de
compromisso quanto ao papel da sociedade na questão
da educação da criança e
do jovem.
C - Discutir criticamente o projeto que a sociedade
tem para a criança e para o jovem.
Reunião com o professores
Equipe que dirige o projeto + professores
A - Levantar questões que permitam fazer
um diagnóstico quanto a análise
que o professor faz do seu relacionamento com
os alunos e a resposta que espera das crianças
e adolescentes.
B - Apresentar estudos que vem sendo realizados
neste sentido.
C - Levantar questões referentes ao conceito
que se tem de indisciplina.
D - Discutir a indisciplina em sala de aula fora
do contexto da violência.
E - Realizar atividades lúdicas de aproximação
dos envolvidos, desarmamento dos ânimos,
conhecimento e reconhecimento do outro.
Reunião com os alunos
Equipe que dirige o projeto + alunos
A - Levantar questões que permitam fazer
um diagnóstico quanto a análise
que o aluno faz de seu relacionamento com os professores
e a resposta que espera da escola.
B - Apresentar estudos que vem sendo realizados
neste sentido.
D - Discutir a indisciplina em sala de aula
fora do contexto da violência.
E - Realização de atividades lúdicas
para aproximação, desarmamento dos
ânimos, conhecimento e reconhecimento do
outro.
Reunião com os pais
Equipe que desenvolve o projeto + pais
A - Levantar questões que permitam fazer
um diagnóstico quanto a análise
que os pais fazem do seu relacionamento com os
filhos e a resposta que espera das crianças
e adolescentes, bem como seu envolvimento com
a escola onde seus filhos freqüentam.
B - Apresentar estudos que vem sendo realizados
neste sentido.
C - Levantar questões referentes ao conceito
que se tem de indisciplina.
D - Discutir a indisciplina em sala de aula fora
do contexto da violência e comparar com
atitudes no lar e no relacionamento com outras
pessoas.
E - Realizar atividades lúdicas para
aproximação dos envolvidos, desarmamento
dos ânimos, conhecimento e reconhecimento
do outro.
Reunião com professores, funcionários,
pais, alunos e comunidade
Equipe que desenvolve o projeto + pais, alunos
, professores e comunidade
A - Leitura e discussão de textos curtos
de fácil entendimento, sobre ética
e moral no sentido filosófico.
B - Realizar trabalho do conjunto escola/comunidade,
para promover aproximação e respeito
mútuo.
C - Realizar atividades lúdicas de
aproximação, auto conhecimento,
conhecimento e aceitação do outro.
D - Exposição dos trabalhos realizados
pelo conjunto escola/comunidade.
E - Realização de concurso entre
as escola envolvidas.
EQUIPE TÉCNICA
COORDEANDORA DO PROJETO
PROF. AUCÉLIA BARBOSA ROSA
PRESIDENTE DA APROESP e COORDENADOR DO FÓRUM
PERMANENTE DE
DISCUSSÃO SOBRE INDISCIPLINA NA ESCOLA
E SUA RELAÇÃO COM A VIOLÊNCIA
PROF. ELIAS RAHAL NETO
EQUIPE PEDAGÓGICA
Profª. Nicéa Rosa - APROESP
Profª. Maria Emília Galvão
Almeida Alves - APROESP
MONITORAS
Marilene Ilário APROESP
Natália Rahal - APROESP
ATIVIDADES DO ANO 2000
EVENTOS
ABERTURA DO FÓRUM PERMANENTE DE DISCUSSÃO
SOBRE INDISCIPLINA NA ESCOLA E SUA RELAÇÃO
COM A VIOLÊNCIA
15/03/2000
PALESTRA E DEBATE
Palestrante: Dr. Julio Groppa Aquino
Mestre e Doutro em Psicologia pelo Instituto de
Psicologia da USP, professor da Faculdade de Educação
da USP, organizador e co-autor de 08 livros, entre
os quais: Indisciplina na Escola: Alternativas
Teóricas e Práticas e Confrontos
na sala de aula: uma alternativa institucional
da relação professor-aluno.
DEBATEDORES CONVIDADOS
DR. FRANCISCO HUMBERTO DE OLIVEIRA ROXO
PRESIDENTE DA FUNDHAS - Fundação
Hélio Augusto de Souza
PROFESSOR NILSON ALEXO DA SILVA
CONSELHO TUTELAR DE SÃO JOSÉ DOS
CAMPOS
PADRE RODOLFO SERPA
PASTORAL DO MENOR DA DIOCESE DE SÃO JOSÉ
DOS CAMPOS
PÚBLICO PRESENTE
REDE PÚBLICA ESTADUAL
106 professores de sala de aula
50 diretores
56 coordenadores
15 membros da equipe pedagógica da Diretoria
de Ensino (supervisores - ATPs)
Total: 227 educadores
73 escolas
REDE PÚBLICA MUNICIPAL
33 professores de sala de aula
44 educadores de escolas (diretores, orientadores
educacionais, psicopedagogos, psicólogos)
16 membros da equipe pedagógica da SME
Total: 93 educadores
30 escolas
REDE PARTICULAR DE ENSINO
1. Escola de Educação Infantil Recreando/Criando
Curumim
2. Colégio Mater Dei
3. ECOMPO
4. Escola Maria Augusta Moreira da Costa
5. Colégio Illuminati
6. Colégio Teófilo Otoni Rezende
7. Escola Monteiro Lobato
8. Instituto São José
9. Escola Natural Vivência
10. Escola Synésio Martins
11. Centro Educacional Cavalcant Lemos
12. Colégio Cassiano Ricardo - Anglo
13. Centro Educacional SESI
14. Escola SENAI - São José dos
Campos
Total: 14 escolas
20 educadores
Professores aposentados: 02
INSTITUIÇÕES
1. SESI / 01 (Coordenador)
2. SENAI / 01 (Diretor)
3. SENAC / 01 (Supervisor Educacional)
4. BANESPA / 02 (bancárias)
5. DIVISÃO REGIONAL DE ASSISTÊNCIA
E DESENVOLVIMENTO SOCIAL DO VALE DO PARAÍBA
/ 01 (Diretor Técnico)
6. POLÍCIA
/ 01 (Delegado Seccional de Polícia)
/ 01 (Capitão Feminino da Polícia
Militar)
/ 01 (Delegado de Polícia da Infância
e Juventude)
7. IGREJA CATÓLICA
/ 02 (Equipe do Ensino Religioso)
/ 02 (Pastoral da Família)
/ 01 (Serviço Paroquial de Assistência
- Taubaté)
/ 01 (Campanha da Fraternidade)
/ 01 (Pastoral em Defesa da Vida)
/ 01 (Pastoral da Criança)
/ 02 (Comissão Diocesana de Pastoral Familiar)
/ 02 (Sacerdotes)
8. CÂMARA MUNICIPAL
/ 04 (Vereadores)
9. SABs
/ 01 (Campo dos Alemães)
/ 01 (Nova Michigan)
/ 01 (Jardim da Granja)
/ 01 (Jardim Vale do Sol)
10. SINDICATOS
/ 01 (Sindicato dos Eletricitários de São
Paulo)
/ 01 (Sindicato das Escolas Particulares)
/ 01 (Centro do Professorado Paulista)
11. CLUBES DE SERVIÇO
/ 01 (Lions Esplanada - São José
dos Campos)
12. EMPRESÁRIOS
/ 01 (JAC - Editora)
13. SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE
/ 01 (Programa de Integração Integral
à Saúde do Adolescente)
/ 01 (Médica Pediatra)
/ 01 (Projeto Casulo)
/ 01 (Enfermeira)
14. FUNDHAS
/ 01 (Psicóloga)
/ 01 (Pedagoga)
/ 01 (Psicopedagoga)
/ 01 (Assistente Social)
OUTROS
PAIS DE ALUNOS 02
ESTUDANTES DE MAGISTÉRIO 09
FUNCIONÁRIA DE ESCOLA 01
NAP e TRIBUS - Psicopedagoga 01
PSCOPEDAGORA - Cons.Partic. 01
PROMOTOR DE EVENTOS 01
ADVOGADO 01
ASSISTENTE SOCIAL 01
MORADORA DE MINAS GERAIS 01
MUNICÍPIO DE TAUBATÉ
03 (Professores)
04 (Supervisores de Ensino)
01 (Psicóloga)
01 (Jornalista)
TOTAL: 411 pessoas preencheram a ficha de identificação
Calcula-se que uma pequena porcentagem esteve
presente sem ter preenchido a ficha.
RELATÓRIO DO TRABALHO DESENVOLVIDO EM 1999
PELA EQUIPE PEDAGÓGICA DA APROESP
OUVINDO A FALA DOS PROFESSORES
Reunião 30/03/99
Local: SESC
Horário: das 08 às 12 horas.
Escolas envolvidas: 15
Professores ouvidos: 21
Na fala do professores, pode-se perceber com clareza,
que estes sentem afeto pelos alunos e ao mesmo
tempo, demonstram uma grande dificuldade em trabalhar
com estas crianças ou jovens.
Afirmam que poderiam até desenvolver um
trabalho mais criativo em sala de aula, mas que
uma grande parte do tempo utilizam para harmonizar
a classe, uma vez que reina um vozerio
ensurdecedor e que muitos alunos nem percebem
a chegada do professor.
Reconhecem que existe uma minoria barulhenta e
indisciplinada que estimula os demais a terem
a mesma atitude.
Sentem que o professor precisa de mais cursos
para seu aprimoramento profissional e que isto
não vem ocorrendo.
Acreditam que o diálogo com as famílias
dos alunos poderia ser muito importante para resolver
as questões da indisciplina em sala de
aula, mas que estas são totalmente distantes
da escola.
Os critérios para a promoção
dos alunos, impostos pela Secretaria da Educação
e a maneira como são distribuídos
os alunos das classes de aceleração,
são apontados também como agentes
geradores da indisciplina.
Um problema apontado por todos foi o excesso de
alunos em sala de aula.
O caminho de punições severas não
foi a escolha de nenhum professor presente, mas
todos reconhecem que o Estatuto da Criança
e do Adolescente dá muitos direitos aos
alunos e pouca cobrança de deveres e o
professor fica praticamente sem nenhum direito.
OUVINDO A FALA DOS ALUNOS - 1999
ESCOLAS ENVOLVIDAS: 04
ALUNOS OUVIDOS: 175
IDADE: 13 aos 21 anos.
Quatro escolas selecionaram os alunos para serem
ouvidos pela equipe.
EEPG. ANGELO DE SIQUEIRA AFONSO 01/06/99
EE PROF. GERALDINA COELHO MONTEIRO 02/06/99
EEPSG. PROF. DOURIVAL MONTEIRO DE OLIVERIA 02/06/99
EEPSG. PEDRO MASCARENHAS 01/06/99
A Escola deveria adotar um critério
de sua livre escolha para selecionar os alunos
que seriam ouvidos pela equipe.
Em todas, o critério adotado, foi a escolha
de alunos que apresentavam problemas de
indisciplina. Logo que eles se encontraram
para a conversa com a equipe do projeto, perceberam
e reclamaram quanto dos critério adotados.
Diziam: Já sei porque fui escolhido.
Aqui só estão os bagunceiros.
Em uma das escolas foi utilizado pelos alunos
o termo desandado para indicar a presença
do indisciplinado. A frase comum foi: Aqui
só tem desandado... só tá
faltando fulano. E o fulano
reclamado logo aparecia.
Os alunos ouvidos demonstraram diferenças
de uma escola para outra
Escola A
Os alunos foram receptivos, mas não houve
um diálogo rico. Demonstraram que querem
o respeito dos professores.
Definiram como professor bom, aquele que respeita
o aluno e é competente. No entanto, não
conseguiram identificar o que era respeito. Para
eles, uma negativa significa falta de respeito.
Em geral, não demonstraram afeto pelos
professores. Se referiam as professoras como dona
e aos professores como aquele cara.
Não aderiram as brincadeiras e demoraram
para ter um entrosamento afetivo entre eles.
Foram participativos quando tocaram violão
e cantaram suas músicas.
Contaram que conversavam coisas superficiais com
seus colegas e que dificilmente aprofundavam uma
questão.
Não foi possível fazer uma boa avaliação
do encontro com estes alunos, nem por parte da
equipe nem por parte dos alunos.
Escola B
Os alunos demonstraram um grande afeto e respeito
pelos professores. Foram extremamente receptivos,
participaram de todas as brincadeiras. Enriqueceram
o diálogo falando de suas experiências
com droga, álcool e sexo.
Se posicionaram com clareza quanto aos seus anseios
em relação a escola.
Reclamaram da prisão que a escola parece
ser e dos olheiros, que segundo eles
a direção adota. Não aprovam
a presença da polícia dentro da
escola. Consideram um professor bom aquele que
respeita o aluno e explica bem o que está
ensinando.
Pediram o retorno da equipe para continuar o diálogo
e se despediram carinhosamente.
Escola C
Os alunos demonstraram gostar muito de alguns
professores e repudiar outros. Dos professores
que gostavam falavam com muito afeto e respeito.
Participaram das discussões, foram receptivos
e aderiram as brincadeiras propostas pela equipe.
Pela amostra dos mais indisciplinados, pode-se
notar que a Escola não tem grandes problemas
com indisciplina, pois foram educados e a equipe
pode ter com eles uma conversa saudável.
Consideram um professor bom aquele que tem bastante
conhecimento e que respeita os alunos.
Fizeram uma boa avaliação do encontro
com a equipe e pediram um novo encontro.
Escola D
Os alunos foram receptivos e inicialmente o diálogo
foi rico. Após o intervalo que tiveram,
retornaram completamente diferentes, com olhos
vermelhos, distraídos, sonolentos e com
uma grande fome. Devoravam com avidez o lanche
que lhes foi oferecido.
Consideram o Diretor sangue bom e
demonstraram afeto para com os professores e a
direção.
Despediram-se educadamente da equipe e pediram
um novo encontro para discutir outras questões.
CONCLUSÃO DA EQUIPE 1999
As escolas precisam aprofundar a discussão
sobre a indisciplina em sala de aula como um obstáculo
para o aprendizado. Este problema precisa ser encarado
de frente por toda a equipe pedagógica
das escolas. Neste processo, é imprescindível
que se ouça o aluno e as famílias.
É recomendável que a Escola pare
para rever seu papel. Se o problema está
na competência profissional dos professores,
há necessidade de se utilizar todos os
recursos da escola em cursos de capacitação
profissional. Se a questão está
nos critérios para promoção
dos alunos, há que se discutir a questão
da avaliação. Se está preso
a práticas pedagógicas condenáveis
para o momento atual, precisa haver uma atuação
mais competente da coordenação pedagógica.
Enfim, existe um erro, e de nada adianta buscar
culpados. É preciso sim, buscar soluções.
É necessário também que a
Escola tenha claro o que é indisciplina.
A escola terá que decidir quais os caminhos
irá percorrer, tendo em vista a obtenção
de uma meta, um objetivo: o fim da indisciplina
em sala de aula como obstáculo para o aprendizado.
A realidade imediata é a questão
da indisciplina. É preciso questionar
esta realidade. Deixar de ver este problema de
maneira mecânica e sim, olhar o problema
através de uma análise. Só
assim irá mudar sua prática social/pedagógica.
A Escola, refletindo este problema mediada por
uma análise, certamente mudará seu
posicionamento.
Neste momento é que irá ver quais
são suas possibilidade e quais são
seus limites.
A equipe constatou que os alunos ouvidos, se posicionaram
muito bem quanto colocavam suas questões
oralmente. Quanto foi solicitado que escrevessem
sobre o que pensam da questão, demonstraram
uma grande dificuldade em se manifestar. Frases
mal formuladas, sem nenhuma organização
do pensamento e uma grande pobreza de vocabulário,
além de erros ortográficos em palavras
simples e conhecidas.
OBSERVAÇÕES: (1999)
1. Esta análise não foi aprofundada
com as escolas envolvidas.
2. As famílias dos alunos não foram
ouvidas.
3. Esta análise está incompleta,
uma vez que os professores e os alunos não
foram chamados para sua elaboração.
Foi elaborada apenas pela equipe que dirige o
projeto, após as observações
feitas. Servirá para provocar futuras discussões
e levantar algumas questões.
4. As equipes pedagógicas das Escolas envolvidas não
receberam cópia deste relatório
para leitura e análise crítica.
5. Os professores representantes das escolas envolvidas,
ao lerem os relatórios das 04 escolas,
sem que estas fossem identificadas, reconheceram
na fala dos alunos, sem qualquer dúvida,
que aquela fala era dos seus alunos. Não
houve um erro sequer.
6. A Dirigente de Ensino, Profª. Sonia Maria
Silva, também soube identificar com precisão
a qual escola o relatório se referia, sem
que esta fosse nominada.
7. O trabalho foi suspenso temporáriamente
devido a dificuldade de participação
das escolas.
8. A APROESP irá buscar a parceria com
a SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
e DIRETORIA DE ENSINO DA REGIÃO DE SÃO
JOSÉ DOS CAMPOS.
Em reunião realizada em 25/11/99 na Secretaria
Municipal de Educação foi firmada
a seguinte parceria:
PODER PÚBLICO E SOCIEDADE CIVIL: PARTILHANDO
RESPONSABILIDADE
APROESP - Associação de Professores
e Servidores Públicos do Estado de São
Paulo
Presidente: Elias Rahal Neto
Secretaria Municipal de Educação
de São José dos Campos
Secretária Municipal: Juana Blanco
Diretoria de Ensino da Região de São
José dos Campos
Dirigente de Ensino: Sonia Maria Silva
COMISSÃO
APROESP:
Presidente Elias Rahal Neto
Aucélia Barbosa Rosa
Dalva dÁvila
Maria Emília Galvão Almeida Alves
Nicéa Barbosa Rosa
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS
SECRETÁRIA: Juana Blanco
Maria Emília Lopes Carvalho
DIRETORIA REGIONAL DE ENSINO DE SÃO JOSÉ
DOS CAMPOS
DIRIGENTE DE ENSINO: Sonia Maria Silva
Katia Cristina Albino
Lázara Mascarenhas
DECISÕES TOMADAS PELA EQUIPE EM REUNIÃO
REALIZADA EM 02/12/99
Realização de um evento no início
do ano letivo de 2000.
Data: 15/03/2000 (indicativa)
Hora: 08 às 18 horas
Local: Teatro Municipal de São José
dos Campos
Nº de participantes: 500
Professores de 129 escolas públicas de
São José dos Campos: (89 est. +
30 mun.)
APMs, SABs, Entidades de classe, vereadores, igrejas,
imprensa e demais cidadãos interessados
em discutir a educação.
Palestrante: (algum estudioso do tema violência/indisciplina,
preparado para falar com grande público)
Distribuição de material de apoio
para o acompanhamento do evento.
Apresentação do Coral Os meninos
da Zona Sul
Mesa Redonda com mediador
Elaboração de um documento para
ser enviado a todas as escolas.
Acompanhamento de 10 escolas durante todo o ano
letivo, estudando, avaliando, reformulando.
06 ESCOLAS PÚBLICAS ESTADUAIS e 04 ESCOLAS
PÚBLICAS MUNICIPAIS
APOIO
Prefeitura Municipal de São José
dos Campos que cederá material gráfico
e recursos humanos:
Material gráfico: folder, textos de apoio,
convites, pastas.
Recursos humanos: mestre de cerimônias,
recepecionistas, mediador
PROJETO
ESCOLA SEM VIOLÊNCIA = VITÓRIA DA
COMUNIDADE
Projeto
Cronograma
Plano de trabalho
Relatório do Fórum Permanente
de Discussão sobre Indisciplina na Escola
e sua Relação com a Violência
Relatório do ano 2000
Fases da formação de Parceria
Relatório do ano de 1999
Resultados obtidos
RELATÓRIO DO ANO 2000
No ano 2000 foram realizados 03 eventos com a
presença da comunidade joseense. A abertura
do Fórum Permanente de Discussão
sobre Indisciplina na Escola e sua Relação
com a Violência foi um momento importante
para o projeto, pois contou com a presença
de todos os segmentos da sociedade.
O evento gerou um tipo de discussão na
Escola, com um enfoque diferenciado, onde o palestrante
fez com que o Professor despertasse de uma certa
letargia que o envolvia para refletir sobre sua
atuação profissional, como agente
transformador do processo educacional e não
como vítima do sistema. A discussão,
de início, suscitou até mesmo a
ira dos professores, mas foi um ponto de partida
para uma nova maneira de enxergar o seu papel
de educador.
A partir desse evento a discussão nas escolas
tomou novo rumo. O interesse pelo tema levou os
diretores a desenvolver um estudo sobre a indisciplina
na escola levando em conta a maneira de pensar
e viver das crianças e adolescentes, a
nova postura frente a questão da liberdade,
as novas relações entre adultos
e jovens e a necessidade de um posicionamento
também novo por parte da Escola resultando
numa mudança de práticas pedagógicas.
No segundo evento, em continuidade ao FÓRUM
PERMANENTE DE DISCUSSÃO SOBRE INDISCIPLINA
NA ESCOLA E SUA RELAÇÃO COM A VIOLÊNCIA,
foi o momento em que os jovens foram chamados
ao Teatro Municipal para ouvir e discutir seus
anseios e expectativas sobre a escola.
Ouviram um palestrante que enfocou a necessidade
da afetividade nas relações escolares.
Falou sobre drogas sem contudo fazer censura
ou assustar, mas sim levando à reflexão.
Os jovens tiveram espaço para falar de
seus sonhos, seus anseios, sua insegurança,
dando possibilidade para que um documento refletisse
seu pensamento e fosse encaminhado aos professores.
424 jovens compareceram ao evento. O comportamento
desses jovens durante os trabalhos demonstrou
uma postura diferente daquela que normalmente
se vê entre adolescentes. Não foram
em nenhum momento insolentes ou indisciplinados.
Foram participativos, interessados e atentos a
tudo que se dizia.
A avaliação que fizeram do evento
demonstrou que eles estavam precisando dessa chamada
para que sua fala fosse ouvida e levada em consideração.
Em continuidade ao FÓRUM PERMANENTE DE
DISCUSSÃO SOBRE INDISCIPLINA NA ESCOLA
E SUA RELAÇÃO COM A VIOLÊNCIA,
num terceiro momento foram ouvidos os pais.
Com a presença de pais e professores, houve
um certo momento de tensão. Algumas acusações
mútuas foram trocadas. Os professores cobravam
um envolvimento maior dos pais e os pais acusavam
os professores de atitudes autoritárias
e falta de compreensão para com seus filhos.
Com a fala da palestrante, houve um entendimento,
pois a mesma diferenciava o espaço público
do espaço privado, mostrando o papel de
cada um dos envolvidos no processo educacional.
Mais uma vez, houve uma chamada para refletir
sobre a atuação dos adultos frente
a educação das crianças e
jovens e a necessidade do envolvimento da comunidade
para que as mudanças possam ser realmente
vivenciadas.
Em um concurso entre as escolas envolvidas nos
meses de setembro, outubro e novembro, foram desenvolvidas
atividades artísticas sobre temas como:
Valorização da Vida,
Despertando a palavra Irmão,
A arte de amar, O ato de compartilhar,
O respeito às diferenças,
Aprender a ouvir, Zelar uns
pelos outros, Assumir Responsabilidade.
Foram atividades com forte envolvimento da comunidade
que marcaram momentos de muita beleza, criatividade
e respeito mútuo entre os jovens.
O evento para entrega dos prêmios foi chamado
de: ESCOLA MOSTRA A TUA CARA. Esta
apresentação dos alunos concretizou
as práticas desenvolvidas junto as escolas
durante todo o ano pelo Projeto Escola Sem
Violência = Vitória da Comunidade.
Alunos, professores, funcionários e comunidades
refletiram a sua prática e a sua atuação
em busca de novos caminhos para não permitir
que a Escola seja um palco de violência,
mas que se torne de fato um espaço do aluno
cidadão.
No ano de 2000 a APROESP trabalhou em conjunto
com a Secretaria Municipal de Educação
e Diretoria de Ensino da Região de São
José dos Campos. O Projeto acompanhou nove
escolas públicas da cidade.
ESCOLAS ENVOLVIDAS:
REDE ESTADUAL
EE Engº Edgar de Mello Mattos de Castro
EE Profº Jorge Barbosa Moreira
EE Profª Lourdes Maria de Camargo
EE Profº Pedro Mazza
EE Profª Ruth Coutinho Sobreiro
REDE MUNICIPAL
EMEF Dom Pedro de Alcântara
EMEF Profº Moacyr Benedito de Souza
EMEF Profª Maria Nazareth de Moura Veroneze
EMEF Possidônio José de Freitas
Equipe Pedagógica da Aproesp
ORÇAMENTO DO PROJETO
A APROESP - Associação de Professores
e Servidores Públicos do Estado de São
Paulo, está dando as condições
para o início dos trabalhos, promovendo
os estudos necessários; as pesquisas, preparando
a equipe, pagando as horas de estudo da equipe,
a aquisição de livros e materiais
necessários para o início do projeto.
Para o andamento do projeto, procura parcerias
possíveis, uma vez que não dispõe
de verba necessária para todo o desenvolvimento
do projeto.
O orçamento aproximado acompanha este projeto,
que pode ser analisado, discutido, para que possa
atender o maior número de escolas.
AVALIAÇÃO DO PROJETO
Para que possamos verificar o cumprimento dos
objetivos e das metas, temos o propósito
de mensurar, através de questionários
que serão formulador e tabulados por um
profissional designado para tal fim, com formação
própria para este tipo de trabalho, que
utilizará métodos e instrumentos
próprios para a avaliação.
Esta avaliação com metodologia científica,
será feita em cada bimestre. A avaliação
será feita paralelamente pela equipe que
desenvolve o projeto, estudando e analisando mudanças
no relacionamento professor/aluno/pais/filhos
através de depoimentos colhidos durante
o desenvolvimento dos trabalhos.